Em dezembro de 2000, numa manhã de Domingo, o Senhor Jesus acrescentou-lhe o nome de Nikon – do grego, vencedor (Apoc. 2:10).
Fiel aos seus mais nobres ideais , nunca teve medo de proclamar a Verdade da palavra de Deus, diante de quaisquer circunstancias.
Nunca temeu ser ele mesmo, nunca fez parte dos que se conservavam “em cima do muro”. |
Desde sua conversão, na adolescência até sua partida deste mundo aos 59 anos, reconheceu e obedeceu ao senhorio de Cristo sendo por isso incompreendido, criticado e perseguido. Foi um gigante da Fé e serviu a Jesus de inteiro coração.
Sofredor como todo o profeta, foi porta-voz fiel das divinas revelações e pagou um preço por isso. Cercado de muita oposição sempre se recusou a conformar-se com o mundo a hipocrisia e o desamor dentro da igreja. Cultivou como poucos estreita comunhão e intimidade com Deus e desfrutou do privilégio de conhecer os sentimentos do Pai em relação a angústia e ao sofrimento humano.
Por conta disso era um intecessor de enorme valor proclamando sempre o sacrifício supremo de Jesus na cruz do calvário.
Conduziu seus discípulos a memoráveis e inesquecíveis “Encontros com Deus”.
Seu referencial era o amor com base na descendência e compromisso com o Cristo Crucificado. Com o coração apaixonado por Jesus, viveu intensamente, serviu intensamente, amou intensamente. Isto o destacou da maioria, sobressaindo como um canal do amor divino, contrastando com a enorme frieza que se avolumava à sua volta.
Foi um tremendo e verdadeiro adorador, inspirado, recebeu diretamente da fonte – o próprio Deus – a Palavra Viva.
Seu livro “Monólogos de Jesus” é a prova eloqüente dessa verdade.
Sua figura jovial e carismática era a perfeita combinação de adorador e guerreiro.
A mesma sensibilidade de porta que o levava à adoração ao Senhor, a compôr seus memoráveis poemas, o capacitava a discernir e vencer o inimigo, em nome de Jesus.
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Costumava dizer:
Não tenho medo da velhice, da enfermidade,
da morte, de nada, de ninguém.
Aliás,
temo uma só coisa.
Descobrir que sei
ou que sou alguma coisa e de depender exclusivamente da Graça de Jesus, onde eternamente hei de me refugiar.
Que o Senhor me livre disso”. |
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Testemunho foi relatado pela esposa, Pastora Zulmeia de Souza. |